Além de luvas, uniforme antichamas, óculos, capacetes e outros itens, o filtro solar também compõe os kits de Equipamento de Proteção Individual (EPI) de eletricistas e técnicos de eletricidades da Cemat, a distribuidora de energia de Mato Grosso. A iniciativa partiu da própria empresa, tendo em vista a natureza da atividade desses profissionais, responsáveis por executar serviços na rede elétrica independente das condições do tempo e do clima. Por atuarem, muitas vezes, sob mormaço (sol encoberto por nuvens que deixa o tempo abafado) ou mesmo sob sol forte, o filtro ajuda a reduzir os feitos nocivos na pele da radiação Ultravioleta (UV).
Nesses dias ensolarados e altas temperaturas, os profissionais da empresa que atuam em Cuiabá tem intensificado a aplicação do produto várias vezes ao dia. É o caso do eletricista Vicente de Magalhães Junior, de 29 anos, que atua no Complexo Barro Duro. Todos os dias, o uso do protetor recebe a mesma atenção que outros equipamentos de proteção individual. "Pra gente é essencial. Se você deixa de passar o protetor solar, você não consegue dormir, à noite, com as costas, mãos e braços ardendo. A diferença de quando você aplica o produto é que não temos problemas com queimaduras ou insolação", destaca. Por causa do tempo de exposição, o filtro de proteção oferecido pela empresa tem Fator de Proteção Solar 30 (FPS 30), que protege a pele 30 vezes mais se estivesse sem o produto.
O engenheiro eletricista Átila Queiroz Fogaça, instrutor do Centro de Formação e Aperfeiçoamento Pessoal (CFAP), lembra que a incidência de raios solares é maior em determinados horários e o cuidado com a saúde deve ser permanente. Segundo ele, o cuidado com a aplicação do filtro solar pelo eletricista durante o trabalho de campo deve ser a mesma de um turista em dia praia. "Quando os colaboradores vêm para o treinamento de eletricistas, em Cuiabá, eles apresentam a pele clara e ao final de 45 dias de treinamento retornam para casa todos bronzeados, em virtude do sol forte nas aulas práticas. Até brinco com eles dizendo que até parecem que estavam na praia", destaca, acrescentando que além do produto, as equipes recebem protetores de nuca, feitos em tecido.
Nenhuma legislação ou NR (Norma Regulamentadora) obriga o uso do protetor solar ou considera o produto como item de EPI, mas sua necessidade é reconhecida. "Mesmo não sendo obrigada por lei, a Cemat entende que o uso do protetor solar é um componente a mais na saúde e segurança do trabalhador. O sol provoca queimaduras na pele, principalmente se ela não for protegida dos efeitos nocivos da radiação. E sabemos que um funcionário com saúde é um funcionário produtivo para a empresa. Um eletricista que faz uso do filtro solar é um trabalhador livre dos desconfortos das queimaduras provocadas pelo sol", analisa o engenheiro de segurança do trabalho da Cemat, Heitor Ragalci Galdino.
Raios UV - A radiação Ultravioleta (UV) faz parte da luz solar que atinge a Terra. Ao atingir nossa pele, os raios UV penetram profundamente e desencadeiam reações imediatas como as queimaduras solares, as fotoalergias (alergias desencadeadas pela luz solar) e o bronzeamento. Provocam também reações tardias, devido ao efeito acumulativo da radiação durante a vida, causando o envelhecimento da pele e as alterações celulares que, através de mutações genéticas, predispõem ao câncer da pele. Mais de 60% da radiação UV emitida pelo sol pode atravessar as nuvens. Portanto, não se engane. Use proteção solar também nos dias nublados para evitar queimaduras e outros danos provocados pelo sol.
Nesses dias ensolarados e altas temperaturas, os profissionais da empresa que atuam em Cuiabá tem intensificado a aplicação do produto várias vezes ao dia. É o caso do eletricista Vicente de Magalhães Junior, de 29 anos, que atua no Complexo Barro Duro. Todos os dias, o uso do protetor recebe a mesma atenção que outros equipamentos de proteção individual. "Pra gente é essencial. Se você deixa de passar o protetor solar, você não consegue dormir, à noite, com as costas, mãos e braços ardendo. A diferença de quando você aplica o produto é que não temos problemas com queimaduras ou insolação", destaca. Por causa do tempo de exposição, o filtro de proteção oferecido pela empresa tem Fator de Proteção Solar 30 (FPS 30), que protege a pele 30 vezes mais se estivesse sem o produto.
O engenheiro eletricista Átila Queiroz Fogaça, instrutor do Centro de Formação e Aperfeiçoamento Pessoal (CFAP), lembra que a incidência de raios solares é maior em determinados horários e o cuidado com a saúde deve ser permanente. Segundo ele, o cuidado com a aplicação do filtro solar pelo eletricista durante o trabalho de campo deve ser a mesma de um turista em dia praia. "Quando os colaboradores vêm para o treinamento de eletricistas, em Cuiabá, eles apresentam a pele clara e ao final de 45 dias de treinamento retornam para casa todos bronzeados, em virtude do sol forte nas aulas práticas. Até brinco com eles dizendo que até parecem que estavam na praia", destaca, acrescentando que além do produto, as equipes recebem protetores de nuca, feitos em tecido.
Nenhuma legislação ou NR (Norma Regulamentadora) obriga o uso do protetor solar ou considera o produto como item de EPI, mas sua necessidade é reconhecida. "Mesmo não sendo obrigada por lei, a Cemat entende que o uso do protetor solar é um componente a mais na saúde e segurança do trabalhador. O sol provoca queimaduras na pele, principalmente se ela não for protegida dos efeitos nocivos da radiação. E sabemos que um funcionário com saúde é um funcionário produtivo para a empresa. Um eletricista que faz uso do filtro solar é um trabalhador livre dos desconfortos das queimaduras provocadas pelo sol", analisa o engenheiro de segurança do trabalho da Cemat, Heitor Ragalci Galdino.
Raios UV - A radiação Ultravioleta (UV) faz parte da luz solar que atinge a Terra. Ao atingir nossa pele, os raios UV penetram profundamente e desencadeiam reações imediatas como as queimaduras solares, as fotoalergias (alergias desencadeadas pela luz solar) e o bronzeamento. Provocam também reações tardias, devido ao efeito acumulativo da radiação durante a vida, causando o envelhecimento da pele e as alterações celulares que, através de mutações genéticas, predispõem ao câncer da pele. Mais de 60% da radiação UV emitida pelo sol pode atravessar as nuvens. Portanto, não se engane. Use proteção solar também nos dias nublados para evitar queimaduras e outros danos provocados pelo sol.
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